Tuesday, June 16, 2009

Rise

Sustos servem pra nos deixar atentos às coisas que nos passam meio desapercebidas na vida.

Numa fração de segundo seu mundo fica em suspenso, nada se mexe, tudo fica estático e quieto. Esse momento é o do total despreendimento das coisas.

Despreender-se não quer necessariamente dizer que se é melhor que alguém. Significa apenas dizer que seu espírito atinguiu um nível tal que tem a capacidade de desacoplar-se das coisas materiais e ser simplesmente ele mesmo.

Mas acho que esse despreendimento deve ser usado com moderação. E para as coisas certas.

Eu confesso: sou apegadíssima aos que amo.

E quero amá-los sempre, cada vez mais, pelo resto dos meus dias.

Esse post é uma homenagem ao Vic. Obrigada por me fazer ver o mundo de uma maneira nova, por me acompanhar na minha jornada e por ser indispensável na minha vida. Let's keep on rising together ;)

Please, not AGAIN

Pessoas...

... vossa imbecilidade me dá pena.

Pensar que esperam que eu me comova pelos mesmos chantagens, pelas mesmas ameaças...

Francamente.

Assim ofendem a minha inteligência.

E a minha falta de simpatia para com a raça humana.

Estapafúrdio

Mais uma vez começo a postagem pelo inverso do que seria o meu normal, pelo título.

Só pra dizer que hoje ouvi uma das coisas mais imbecis da minha vida. Só perde pra uma frase da minha vó, que por sinal (poucos sabem) é o que me rende não conversar com ela direito até hoje. Sim eu sou rancorosa, no sentido de não esquecer o que me falam.

É impressionante o fato de que, quando as pessoas não têm NADA que suporte seus argumentos, elas usam o acaso, qualquer coisa, por menor que seja, pra tentar embasar o que dizem. É o cúmulo.

Tenham pelo menos imaginação. Ao invés de culpar o cachorro pelo dever de casa não feito, diga que foi abduzido por alienígenas gostosas ou marcaram uma reunião da sua seita hare krishna.

Thursday, June 4, 2009

Some shit just make us insane

No meu último post, falei de sonhos que ia catar pelo caminho. Queria me corrigir.

Não vou voltar na vida para pegá-los, mas vou encontrar os que ainda são viáveis e estão escondidos dentro dessa minha cabeça que passa por sérias reformas.

Tive vontade de escrever porque acho que encontrei dois deles, que vêm me pululando os pensamentos há algum tempo.

Quero me casar, no sentido de celebrar o amor em um evento com todas as pessoas que eu amo.

Quero ter filhos e ensiná-los quem eu fui e quem eu sou, para que possam eles mesmos julgar minhas atitudes e fazer parte das minhas realizações.

Lógico, não agora, não em breve, provavelmente.

Mas quem sabe, um dia x3

Monday, May 18, 2009

Limit Break

Dizem por aí que todo mundo tem sonhos.

Quero catar os meus que ficaram pelo caminho.

Estou aprendendo a me virar sozinha, sem depender, sem pensar, sem pedir permissão.

Quero ser mais do que sou hoje. Quero construir meu futuro com as pedras que se colocarem no meu caminho.

Vou continuar acordando diva todos os dias da minha existência, nem que isso mine minhas forças.

Caminho sozinha, com passos curtos; ou corro, pra sentir o vento no rosto.

O que sei é que vou cultivar meu jardim, para que venham as borboletas.

Olímpicas

Ártemis, Atena e Afrodite. Três "Ases", três pessoas diferentes.

Na tenra idade, Afrodite já pensava em namorar e ser cortejada pelos mais belos, fazendo com o coração dos homens as piores e mais cruéis artimanhas.. Ártemis e Atena, por sua vez, tinham a convicção da manutenção eterna da sua virgindade. Desprezavam os homens, não os queriam nem mortos.

Passaram os anos e as deusas eram agraciadas com beleza e sabedoria com o passar das primaveras.

Afrodite, linda e clara, tornou-se moça casadoira, pura e casta. Decidiu que quer perder a virgindade na noite de núpcias; antes dela, nem pensar.

Atena, determinada e orgulhosa de sua linhagem, optou pelo caminho do conhecimento e pelo amor não convencional. Seu espírito indomável raramente se entrega a grandes paixões carnais, seu verdadeiro amor é a natureza.

Ártemis, a mais velha, por sua vez, dedicou seu corpo e alma a amores terrenos por longo tempo. Doeu-lhe tanto a partida do último amor que fez acender dentro de si a chama proibida, o fogo dos prazeres e das incertezas. Em meio a tudo isso, enveredou em uma aventura louca com Baco, onde continuam embriagando-se e descobrindo prazeres novos e escrevendo novas histórias em suas vidas.

Tuesday, March 31, 2009

Burn My Dread

Certas coisas precisam somente ser ditas.

Outras, precisam ser feitas.

Algumas precisam ser terminadas.

Joguei um pedaço de mim longe hoje. Uma parte minha que me lembrava uma promessa feita e não cumprida. Para mim, promessas não cumpridas deixam de ser promessas e se tornam um incômodo. Um espinho que teima em entrar na pele às vezes e causar desconforto.

Esse pedaço de mim, da minha história, foi para onde devem ir todas as lendas: para o fundo de uma fonte, onde estarão sujeitas ao tempo.

Que descanse junto com as pedras e com as estátuas de mármore.

E veja de onde está a minha evolução.
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{Edição em caráter extraordinário}

Ultimamente meus posts têm levado nomes de músicas ou trechos delas.

Nada mais justo que acrescentar as respectivas aqui e nos outros anteriores. A de hoje é tema do jogo SMT: Persona 3, da Atlus, lançado em 2007.


Burn My Dread
Yumi Kawamura

Dreamless dorm, ticking clock,
I walk away from the soundless room.

In this night, moonlight melts,
My ghostly shadow to the lukewarm gloom.

Nightly dance of bleeding sword
Reminds me that i still live.

I will burn my dread...
I once ran away from the god of fear
And he chained me in despair.
Burn my dread...
I will break the chain
And run till i see the sunlight again.
I lift my face and run to the sunlight.

Oh.. i'll run
Burning all regret and dread
And i will face the sun
With pride of the living