Sunday, November 22, 2009

Dunno...

Um misto infinito de sentimentos.

Dever cumprido.

Farta.

Chateada por ter deixado de mencionar algo tão importante.

Sem entender bem as coisas.

Furiosa.

É esse o exato momento em que simplesmente voltar o tempo daria jeito. Em que uma lâmpada mágica faria o serviço perfeitamente.

O que me fez pensar em coisas que desejamos. Porque do desejo vem a vontade de realizá-lo. Da percepção do mundo vem a transformação dele. Ou em algo concreto ou em outra coisa; que por sua vez é derivada da percepção da nossa inabilidade de realizar aquilo e da adequação daquele desejo a outro possível.

Acho que as coisas que almejamos deveriam ser como coisas arquiváveis. Conseguiu o que queria? Excelente, arquive tudo o que foi feito durante o processo e parta pra outra coisa. Fatos passados e ruins não vão mudar o fato de você ter o que quer. Vão somente acrescentar lembranças boas dessas vitórias.

É depois dessa viagem que eu penso em fechar os olhos um pouco para me ver livre de toda essa loucura.

Tuesday, November 17, 2009

Oblivion

Em publicidade, quando dizemos que algo é intrínseco, já esperado, chamamos de "comodity".

Já que estamos no Brasil, entender bom português deveria ser comodity.

Já que cada um tem uma vida, e não pode viver a do outro, cuidar dela sem meter o bedelho na do outro deveria ser comodity.

Já que temos que viver em sociedade, respeitar os limites do outro e não invadir seu espaço deveria ser comodity.

Já que as pessoas tem todo o direito de querer e não querer as coisas, ter bom senso e percepção disso deveria ser comodity.

All the things that opose these matters shall be sent to the depths of oblivion.

Friday, November 6, 2009

Memento Mori?

Por outro lado, muitas vezes, não sabemos quem somos.

Demonstramos estar tudo bem quando não está. Nos calamos quando deveríamos mostrar toda a nossa indignação e revolta. Sorrimos quando estamos quebrados por dentro.

Toleramos muita coisa por medo. Medo do conflito. Medo de perturbar o que está aí, nas nossas vistas, ruim, chato, desagradável, mas pacífico; justamente porque você cede.

Dá-se então o momento crucial, onde toda aquela paz não importará, uma vez que a sua mente não suporta mais tudo aquilo. As máscaras pesam. Os sorrisos são insustentáveis.

Muitas vezes, desse momento, resulta uma desconstrução. Ou algo pior. Tudo para voltar ao lugar de onde nunca deveria ter saído.

"Memento mori".

Memento Mori

Outro post inverso. Primeiro título, depois... o resto.

Passeando por algumas lembranças na net, me lembrei novamente do que é almejar.

Almejar é desejar algo. Mais que isso, eu diria. É querer algo de tal forma que tudo em si se move para que aquilo aconteça.

Eu almejei e não consegui.

Não significa muito, porque eu posso tentar de novo. E de novo. E de novo.

Isso porque eu sei quem sou. E eu não desisto.

"Memento mori".

Monday, October 26, 2009

Ansiedade

Contagem regressiva.

Para um dia que, provavelmente, mudará minha vida.

Coração a mil.

E contando...

Sunday, October 25, 2009

Mais um post que começo sem saber o que realmente sairá daqui.

Estou dividida entre dois assuntos a abordar, então provavelmente será um pouco de cada.

Procuro ser uma pessoa que não volta atrás nas minhas decisões, mas tem a capacidade de admitir estar errada sempre que isso acontece. Quando estou errada, apesar de pedir, não espero que me desculpem ou coisa parecida; quero só demonstrar meu ponto de vista e mostrar que eu sinto pelo que aconteceu. Outra característica minha (que venho tentando amainar) é a de levar sempre o que as pessoas falam muito a sério, raras excessões.

O outro assunto que eu queria abordar é confiança.

Meu nome em árabe significa algo do tipo. Há uns tempos atrás, minha vida era um livro aberto para quem quisesse lê-lo. Mas um fato, ano passado, fez isso mudar radicalmente, assim como várias outras coisas.

Minha confiança nas pessoas foi a zero. Hoje, raros aqueles que sabem o que passa comigo. Depois de uma fase muito ruim em relação a isso, me vejo melhor. Estender a mão a certas oportunidades nos faz crescer e ver as coisas de maneira diferente. Uma pessoa muito, muito especial pra mim vivia me dizendo que temos que ser seletivos. Thank God, aprendi a sê-lo a tempo. E tenho colhido bons frutos, tanto da seleção quanto da confiança depositada.

Friday, October 23, 2009

Twisted

Me deu vontade de postar uma música. Por alguma razão não muito clara para mim, desde que a ouvi pela primeira vez, me identifiquei profundamente com ela. Vai o link para quem quiser ouvir (até sem baixar) e acompanhar: http://www.4shared.com/file/34284447/24e12463/Avantasia_-_01_-_Twisted_Mind.html?s=1

Twisted Mind
Avantasia

[Roy Khan:]
One of a kind they say they've never seen before
Investigate the aberration, disorder in the core
[Tobias Sammet:]
I never tried to hide away or tried to keep your pace
You walk me to the slaughter with a smile upon your face

From the cradle to the madhouse, a twisted mind
There's no way out of this hell for twisted mind
There's no way out
There's no way out

[Roy Khan:]
You've come to see the healer, so don't you be afraid
They call me tranquilizer, I'm here to isolate
We paint in black and white and you're the dirty in between
Monstrosity of nature, a virulent disease

From the cradle to the madhouse, a twisted mind
There's no way out of this hell for twisted mind
There's no way out
There's no way out

Can't you see, can't you see
That you are not like anyone?
You'll never see through anyone else's eyes
And who am I to certify the sanity of a twisted mind
A victim of perception, a twisted mind
[x2]

Missprizing — chastising
Subhuman — fragmentizing
Sensation — aberration
Repulsive — tantalizing
[x2]

From the cradle to the madhouse, a twisted mind
There's no way out of this hell for twisted mind
There's no way out [x6]